M
O sol morno de Setembro
Pincela brandamente as fachadas.
Apaga-se o calor indolente.
Espreitam as águas passadas.
No cimo do universo
Sobre o telhado da Terra
As nuvens preparam o começo
Do Outono que não tarda.
Hoje ainda não chove
Mas já o céu se alaga
Enquanto o sol foge
Na tarde que se apaga.
Parece triste o quadro
Do sol a esconder-se no horizonte.
Mas não é. Vejo-o parado
Como bola de fogo gigante
Pairando sobre um monte.
Ali está ele. Vermelho. Enorme.
Tão grande que se deixa ver.
E eu guardo-o
antes que se acabe
jose murta lourenço
Acalmem-se os oceanos sosseguem os mares1 E dito isto adormeceram as vagas e calaram-se as ondas. Refresquem-se os de...
Cada mão invisível que assina o título de depósito de mais um jovem na campa de um cemitério verterá por cada grama de...
« post anterior | home | post seguinte » Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007 EU AMO LISBOA EU AMO LISBOA ...
(Dali) Vertigem ******** De encontros e desencontros. De paralelas e tangentes. Neste plano infinito. Sem saber de ...
adereço nu com cauda de bacalhau (Dali) No Cais do Sodré acostam barcos traz...
René Magritte Os exercícios do acrobata Gravitam em órbitas loucas milhares de luzes rodopiando em torno de imóve...
. GRAVITAM EM ÓRBITAS LOUCA...
. EU DETESTO VIVER EM LISBO...
. O SOL É DIFERENTE AO DOMI...
. <iframe frameborder='0' scrolling='no' title='Rádio no Blog - RFM' width='162' height='245' src='http://www.rfm.pt/player_blog_stream.aspx?play=1&ply=1&skin=1'></iframe>
. MUSICA
. MUSICA